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Apple adia atualização dos iPads mais baratos por mais um ano

Fabiano Venhorst

Fabiano Venhorst

Editor-Chefe & Reviewer Senior

Apple adia atualização dos iPads mais baratos por mais um ano

Os modelos de entrada e Air da Apple só devem ganhar revisões importantes em 2027, impactando o calendário de lançamentos e o custo-benefício para o mercado brasileiro.

Quem esperava uma atualização dos iPads de entrada ou da linha Air antes do final de 2026 precisa ajustar o cronograma. Segundo a Bloomberg, a Apple está reorganizando seu calendário de lançamentos, adiantando apenas o novo iPad mini para outubro de 2026. Os demais modelos da gama intermediária e de entrada só devem chegar em 2027.

O que esperar da nova geração

O iPad de entrada terá a atualização mais relevante do grupo. Embora não receba redesign ou tela OLED, a fabricante confirmará a mudança do chip A16 para o processador A19. O grande diferencial será o suporte nativo ao Apple Intelligence, consolidando o modelo base como a última linha da marca a receber os recursos de inteligência artificial.

Telas OLED chegam aos modelos mais acessíveis

As versões iPad Air de 11 e 13 polegadas devem ganhar atualizações internas sem alterações drásticas no visual. No entanto, o foco agora se volta para a adoção de painéis OLED. Relatórios indicam que a Samsung iniciará a produção em massa desses módulos no final de 2026, apontando para uma chegada ao mercado na primavera de 2027. O iPad Pro também deve retornar nesse período, com rumores de implementação de câmara de vapor para melhor dissipação de calor em cargas pesadas.

Impacto no mercado brasileiro

Para o consumidor brasileiro, o adiamento tem implicações diretas. A linha iPad de entrada é historicamente uma das mais procuradas por estudantes e profissionais que buscam custo-benefício no ecossistema Apple. A chegada do processador A19 e do Apple Intelligence ao modelo base eleva a relevância do aparelho, mas a espera até o primeiro trimestre de 2027 pode pressionar os preços em reais. Com a desvalorização do real e os impostos de importação, é provável que a nova geração mantenha uma faixa de preço premium, exigindo que o público avalie se vale a pena esperar por um upgrade de IA ou se os modelos atuais já atendem às necessidades de produtividade. A chegada de telas OLED aos modelos mais acessíveis promete elevar a experiência visual, mas o impacto final no bolso do brasileiro dependerá da estratégia de precificação global e da disponibilidade oficial no país.

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