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Meta AI se torna assistente pessoal: novo modelo busca competir com ChatGPT e Gemini

Fabiano Venhorst

Fabiano Venhorst

Editor-Chefe & Reviewer Senior

Meta AI se torna assistente pessoal: novo modelo busca competir com ChatGPT e Gemini

A Meta atualiza seu chatbot com recursos de produtividade, como integração com calendário e pesquisas profundas, impulsionado pelo novo modelo Muse Spark 1.1.

Meta AI ganha recursos de produtividade

A Meta está dando um passo significativo na evolução de sua inteligência artificial ao transformar seu chatbot Meta AI de um simples gerador de respostas e imagens em um verdadeiro assistente pessoal. A atualização, anunciada em um blog oficial, visa diretamente competir com rivais como Google Gemini, ChatGPT da OpenAI e Claude da Anthropic.

Novas capacidades: Calendário e Briefings

Com a atualização, o Meta AI poderá acessar o calendário do usuário para ajudar no planejamento de eventos, gerar briefings diários personalizados e realizar pesquisas aprofundadas que o usuário pode direcionar enquanto o processo avança. Isso representa uma mudança de paradigma, saindo da interação puramente reativa para uma proativa e contextual.

Impulsionado pelo Muse Spark 1.1

A mudança é possível graças ao lançamento do novo modelo de linguagem Muse Spark 1.1. Segundo a empresa, este modelo fornece a base técnica necessária para que o chatbot vá além das capacidades atuais, executando tarefas complexas que exigem raciocínio e organização.

O caminho para a “superinteligência pessoal”

Mark Zuckerberg, CEO da Meta, descreveu essa evolução como o “próximo passo em direção à superinteligência pessoal”, um conceito que ele tem defendido como o futuro da tecnologia. Para o consumidor brasileiro, isso indica que os assistentes virtuais integrados às redes sociais da empresa (como Instagram e WhatsApp) se tornarão ferramentas mais úteis no dia a dia, ajudando na organização pessoal e na gestão de informações.

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